Libido: o que é e como lidar com a falta dela

Aprenda tudo sobre a libido e o que fazer se a sua estiver baixa

A libido é um fator fundamental para expressar uma sexualidade saudável e natural na vida das pessoas. Quando os problemas relacionados a fatores fisiológicos e psicológicos começam a afetar um indivíduo, a perda da libido é uma das consequências mais características.

Libido: entenda o que é e como lidar com a falta dela. Além do mais, saiba também sobre remédio para libido.

O que é a libido?

A origem da palavra libido vem do latim que significa desejo ou anseio, ou seja, a libido é conceituada pelo desejo sexual. Na ciência, a explicação é de que há uma relação direta entre a libido e os hormônios testosterona, nos homens e, o estrogênio, nas mulheres. Logo, esses acabam possuindo controle sobre a libido dos indivíduos.
Ainda mais, a oxitocina, considerada o “hormônio do amor e da felicidade”, também tem um papel importante no impulso sexual e no ato sexual em si — nos homens, ela ajuda a controlar a ereção do pênis. Além disso, a dopamina pode mexer com a libido, sendo liberada durante a resposta sexual.

O que pode causar a baixa libido?

A baixa libido pode ocorrer em pessoas de qualquer gênero, idade, sexualidade, nacionalidade. Quando colocada em valores, as porcentagens de pessoas que são acometidas com a baixa libido variam de 10% a 51% da população. Existem alguns fatores físicos e mentais que podem ocasionar a baixa da libido em homens e mulheres. Entre eles estão:

Variações emocionais

Tais como estresse, ansiedade e depressão, pois interferem diretamente no humor e na disposição de um indivíduo, podendo causar a falta de libido de forma temporária ou prolongada.

Relacionados à perda de um amigo ou ente querido, trauma de uma relação abusiva, mas principalmente, traumas relacionados com a relação sexual, o que pode causar diminuição da libido.

Impotência sexual

Devido à dificuldade para ter e/ou manter uma ereção, pode haver diminuição do desejo sexual motivada pela frustração, por exemplo.

Problemas no relacionamento

Visto que já nesse caso é possível que além do aumento da tensão entre o casal, a diminuição da atração também aconteça, o que acaba por diminuir a libido.

Uso de medicamentos

Tais como pílulas anticoncepcionais, ansiolíticos ou antidepressivos, pois estes provocam alterações nos níveis hormonais que circulam pelo corpo e podem interferir no sistema nervoso, fator que pode impactar no desejo sexual.

Menopausa

O desequilíbrio nos níveis de hormônios sexuais femininos ocasionado pela menopausa pode causar diminuição da libido, além dos outros sinais e sintomas característico da menopausa como ondas de calor, suor noturno e cansaço frequente, por exemplo.

Diminuição dos níveis de testosterona no homem

Visto que esse hormônio está diretamente relacionado com o desejo sexual e produção de espermatozoides.

Dor durante a relação sexual

Isso acontece porque uma vez que há dor e/ou desconforto no momento de prazer, pode haver diminuição do interesse para que a dor não seja mais sentida, e isso pode ocasionar a falta de libido durante o ato sexual.

O que fazer se sua libido está baixa?

Para aumentar libido é imprescindível consultar o médico para identificar a causa, e utilizar-se o tratamento adequado para o caso. Deve-se ressaltar o mantimento de comportamentos saudáveis para recuperar a libido masculina ou feminina, não sendo possível “aumentar” o desejo sexual da mesma forma como se aperta um botão.
Nos casos em que a falta de libido é decorrente do uso de algum medicamento específico, o médico pode solicitar a troca, mudar a dose ou suspender o medicamento. Quando está relacionado com alterações hormonais, pode ser recomendada a realização de terapia de reposição hormonal.
No caso de a diminuição da libido estar relacionada com baixos níveis de testosterona ou com impotência sexual, é importante avaliar os hábitos alimentares e escolher alimentos que melhoram a circulação sanguínea, como atum e sementes de chia, por exemplo, pois estes favorecem a excitação.
Além disso, quando a falta de libido é consequência de variações emocionais, traumas ou problemas no relacionamento, a melhor solução é buscar o tratamento na psicoterapia, para que os problemas emocionais sejam solucionados e o desejo sexual possa surgir novamente. Combater a ansiedade e o estresse também ajudam a aumentar a libido, assim como melhorar a autoestima e praticar exercícios físicos.
Fora tudo isso, é recomendado pelo menos uma consulta com um urologista se a baixa libido for recorrente e persistir por vários meses. Os urologistas tratam dessas dificuldades diariamente e são capazes de trazer soluções a cada caso. O principal a se fazer é não criar um monstro da situação, pode acontecer com todos.
Não existe método milagroso para baixa libido, mas há métodos naturais que somados aos métodos citados acima, podem oferecer resultados para quem sofre com a baixa libido. Existem remédios para libido, produzidos de forma natural pela Stronger Nutricion, que realmente podem solucionar os problemas de quem está passando por isso. Vale ressaltar que não é um método milagroso, um profissional da saúde deve ser consultado, uma consulta com um especialista é indispensável.

Libido masculina X feminina: Quais são as diferenças?

A libido e o desejo sexual de homens e mulheres são diferentes, possuem peculiaridades próprias e devem ser observadas de forma individualizada.

Libido masculina

A testosterona é o principal hormônio responsável pela libido masculina. Nesse sentido, quanto maior os níveis dessa substância no organismo do homem, maior o desejo que o indivíduo tem. O pico sexual mais alto nos homens acontece cedo, aos 18 anos, período em que eles passam por um boom hormonal e a libido aumenta consideravelmente.
Com o envelhecimento, é esperado, conforme a tendência natural, que os níveis de hormônios masculinos diminuam, o que é conceituado como Deficiência Androgênica do Envelhecimento Masculino (DAEM), isso ocorre em uma fase chamada de andropausa.
Fora isso, como já foi citado, não só os hormônios interferem no desejo sexual masculino, mas também outros fatores, como bem-estar e qualidade de vida, estão diretamente relacionados com uma vida sexual saudável e ativa.

Libido feminina

Embora seja mais comumente ligada aos homens, a testosterona também está presente no organismo da mulher e produz fortes efeitos, mesmo que em níveis mais baixos. Junto ao estrogênio, liberado em altas quantidades durante o período de ovulação, esses dois hormônios são grandes estimulantes da libido feminina, que possui alta durante o período fértil.
Outro período em que os níveis de hormônio no sangue estão extremamente elevados é durante a gravidez, fase em que o desejo sexual também é intenso. Em geral, nas mulheres, o pico sexual mais alto acontece um pouco mais tarde, somente aos 32 anos.
Além disso, o processo de envelhecimento, principalmente depois da menopausa, faz com que a mulher experimente a excitação sexual de uma maneira diferente, muitas vezes diminuída. Além disso, também faz com que ela precise de um tempo de engajamento na relação sexual maior ou mais estimulação erótica.
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