Ritalina: conheça as alternativas naturais

7 alternativas naturais à Ritalina

Você sabe para que serve a ritalina? E você sabia que há alternativas naturais para substituí-la? Ela é um remédio indicado para tratar de transtornos como TDAH e narcolepsia. Porém, sem o uso inadequado pode não ser muito bom para a saúde, portanto existem alternativas naturais que substituem a ritalina. Descubra agora quais são essas alternativas.

A ritalina é um medicamento indicado para pessoas com TDHA ou narcolepsia.
A ritalina é um medicamento indicado para pessoas com TDHA ou narcolepsia.

Há uma dúvida entre algumas pessoas, usuárias da ritalina, se existe ritalina natural, se a ritalina natural tem realmente efeito e se a ritalina substituto natural pode substituir de fato a medicação tradicional. A resposta a essas indagações é que nada pode substituir por completo um medicamento, principalmente se foi receitado pelo seu médico.

Porém, há sim alternativas naturais à ritalina que podem ajudar no tratamento dos transtornos que ela trata e, em muitos casos algumas pessoas conseguem deixar de tomar a medicação.

Antes de conhecer essas alternativas, vamos entender melhor como a ritalina funciona e quais são seus efeitos e riscos.

O que é a Ritalina e para quem ela é indicada

A ritalina (cloridrato de metilfenidato) é um medicamento utilizado no tratamento do Transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH). Esse transtorno pode acontecer em crianças, adolescentes e adultos. Inclusive, cerca de 3% das crianças sofrem de TDAH.

Isso significa que elas são incapazes de ficar paradas e/ou se concentrar em tarefas por um tempo muito longo. As crianças que possuem esse distúrbio podem apresentar dificuldades de aprender e realizar as atividades escolares.

Os adolescentes também são prejudicados na escola e, assim como os adultos, se tornam pessoas com grande dificuldade de se concentrar. Além disso, também podem se sentir inquietos, impacientes, desatentos e ficam entediados com facilidade. Organizar a vida pessoal e o trabalho se tornam tarefas quase impossíveis.

Assim, a ritalina entra como o medicamento para o TDHA. Ela é responsável por estimular o sistema nervoso central. A ritalina ativa as partes do cérebro que estão com baixa dinâmica. Dessa forma, ela melhora a atenção e a concentração, além de diminuir aquele comportamento impulsivo, comum no TDHA.

Para cada idade é recomendada uma dose específica de ritalina, sempre receitadas por um médico.

Normalmente, é assim que funciona:

  • Crianças com idade igual ou superior a 6 anos podem iniciar o tratamento com 10 a 20 mg, uma vez ao dia.
  • Adultos podem iniciar com uma dose de 20 mg, também uma vez ao dia. No caso das pessoas que já se tratavam com metilfenidato, esse novo tratamento pode ser continuado com a mesma dose diária.

A ritalina também é indicada para pessoas que sofrem de narcolepsia. A narcolepsia é uma doença que ocasiona sintomas de sonolência durante o dia, episódios de sono inapropriados e perda súbita do tônus muscular voluntário.

Nesse caso, a ritalina também funciona para manter a pessoa ativa e eliminar esses sintomas extremos de sono fora de hora. Para pessoas que possuem narcolepsia, a ritalina é indicada no tratamento apenas em adultos.

A dose média diária é de 20 a 30mg. Algumas pessoas podem necessitar de 40 a 60 mg diários, já outras, 10 a 15 mg já é suficiente. Por dia, não se pode ultrapassar a dose de 60 mg;

Quais os riscos ao tomar Ritalina

Apesar de tudo, assim como muitos outros medicamentos, há riscos de tomar ritalina.

Os efeitos colaterais mais comuns causados pelo tratamento com ritalina são: nasofaringite, diminuição do apetite, desconforto abdominal, náusea, azia, nervosismo, insônia, desmaios, dor de cabeça, sonolência, tontura, alterações nos batimentos cardíacos, febre, reações alérgicas e diminuição de apetite, que pode suceder perda de peso ou atraso de crescimento em crianças.

Além disso, a substância metilfenidato, por ser uma anfetamina, pode causar dependência e até mesmo produzir transtornos que precisarão de tratamento psiquiátrico, se for usado de forma errônea.

É importante também ficar atento às contra indicações, ou seja, quem não pode tomar ritalina.

Pessoas com hipersensibilidade ao metilfenidato, pessoas que sofrem de ansiedade, tensão, agitação, hipertireoidismo, cardiovasculares pré-existentes, angina, doença arterial oclusiva, insuficiência cardíaca, doença cardíaca congênita hemodinamicamente significativa, cardiopatias, infarto do miocárdio e arritmias extremas.

Também não pode ser usada quando se está tratando algum transtorno com monoamino oxidase. Isso pode ter riscos para pessoas com glaucoma, feocromocitoma, síndrome de Tourette (ou histórico familiar da síndrome), grávidas ou mulheres que estão amamentando.

Quais são as alternativas naturais à Ritalina

Depois de entender o que é a ritalina, para o que a ritalina é indicada e os riscos de tomar essa medicação, é interessante conhecer as alternativas naturais à ritalina.

Inclusive, muitas pessoas, que não possuem alterações na saúde mental, procuram estimulantes cerebrais.

Nesse caso, os remédios devem ser a última opção. Portanto, para elas também é recomendado procurar alternativas naturais.

7 alternativas naturais à ritalina

Alimentos: chocolate, pimenta, café, bebidas com cafeína como o guaraná, entre outros.

Chás: chá verde, chá mate, chá preto, são alguns chás que contém cafeína e por isso, aumentam a atividade cerebral.

Ginko Biloba: componente de uma planta de origem asiática que facilita a circulação sanguínea no cérebro, portanto, aumenta o fluxo de oxigênio e nutrientes às células.

Ginseng: é uma planta medicinal fitoterápica, que possui propriedades tônicas e restaurativas, que resgtavam a capacidade física e mental, sendo assim muito indicado em casos de fraqueza, exaustão, cansaço e perda de concentração.

Arcalion: essa substância é um suplemento de vitaminas B1, muito indicado para problemas de fraqueza.

Rodhiola: é uma planta que melhora o rendimento do seu cérebro e do seu corpo, ou seja, mental e físico.

Yoga: essa atividade melhora a concentração, já que trabalha com exercícios de respiração, postura e foco, além dos benefícios físicos como elasticidade, mais disposição, mais força, etc.

Manter hábitos saudáveis como uma alimentação regulada, a prática de exercícios físicos e bons hábitos de sono também são fatores que podem ajudar a manter o cérebro ativo e contribuir para o tratamento do transtorno.

Além disso, a Stronger Nutrition possui um suplemento natural que também pode ser uma alternativa à ritalina.

O Brain, é um suplemento para o cérebro feito à base de alternativas que já vimos anteriormente, como o ginseng, a planta medicinal com diversos benefícios à saúde, ginko biloba, a planta de origem asiática que se destaca por melhorar a circulação sanguínea, arginina, que facilita o crescimento muscular e vitamina C.

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